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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Dias mais frios virão
Há exatamente um ano e um mês, coloquei em prática minha decisão mais importante do último ano e um mês:
VOLTAR PRA CASA!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
DIAS MELHORES JÁ CHEGARAM!
Olá, meus caros amigos!!!
Estou de volta, em tempo para o post do mês (aos 45 do segundo tempo, eu sei, hehe).
Você já deve ter se perguntado o porquê do nome deste blog.
Estou de volta, em tempo para o post do mês (aos 45 do segundo tempo, eu sei, hehe).
Você já deve ter se perguntado o porquê do nome deste blog.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
O dono da bola
Quem me conhece, ao menos um pouco, sabe que nunca houve sequer uma sombra de aptidão esportiva no meu ser.
sábado, 27 de junho de 2009
Viagem no Tempo
Eu não me lembro de muita coisa dos meus tempos de garoto.
Na verdade, desde cedo desenvolvi uma memória ultra-seletiva que sempre controlei a meu bel-prazer (o hífen ainda existe? hehe). É como se pudesse escolher o que lembrar.
Sim, eu acredito mesmo nisso.
Talvez Freud tivesse a explicação lógica pra essa crença, mas como ele não está disponível no momento, não serei eu a analizar as razões desse meu delírio. O fato é que, devido a ele, parte das experiências de minha infância caíram no esquecimento.
Mas mesmo esse engenhoso sistema de defesa mnemônica não foi capaz de apagar da minha mente o que narro a seguir.
Numa certa noite de domingo fui com meus pais à casa de meus avós, um velho hábito nosso (só atravessávamos a rua, mas quando se tem 4 anos de idade equivale a um passeio incrível!). Os televisores coloridos estavam se popularizando e o deles era maior e melhor que o nosso.
No Fantástico da noite em questão, assistia-se a notícias e tópicos que pouco me interessariam agora, que dirá na época! Mas quando anunciaram a próxima atração, todos ficaram agitados: THRILLER, o novo clipe de Michael Jackson estrearia no Brasil!
Não tinha a menor noção de quem ele era, mas onde estava (esperando a adorável Zebrinha), fiquei. Foi quando meu tio teve a brilhante idéia de apagar as luzes. Pra quê?! Já na primeira transformação, corri pro colo da minha mãe e não me movi por todos os 12 minutos restantes, que me pareceram uma eternidade!
Pra resumir a história (até porque, devido à questão clínica citada acima, não reti todos os detalhes dessa noite fatídica), posso dizer que acabou-se o clipe, acabou-se o programa e nada de eu querer voltar pra casa. Tinha certeza que o Michael viria por entre a escuridão do quintal de meus avós pra me pegar (agora fiquei curioso: terei sido o primeiro garotinho a sentir medo dele? Tenho a impressão que não...).
Desde então, não tive chance ou interesse (não pela qualidade e sim pelo trauma!) de rever esse clipe. Até que hoje, pesquisando um pouco do material disponível na Net sobre esse talentoso e atribulado artista, me deparei com essa enxurrada de lembranças - coisa rara, e resolvi compartilhá-la com você.
Abração!
Na verdade, desde cedo desenvolvi uma memória ultra-seletiva que sempre controlei a meu bel-prazer (o hífen ainda existe? hehe). É como se pudesse escolher o que lembrar.
Sim, eu acredito mesmo nisso.
Talvez Freud tivesse a explicação lógica pra essa crença, mas como ele não está disponível no momento, não serei eu a analizar as razões desse meu delírio. O fato é que, devido a ele, parte das experiências de minha infância caíram no esquecimento.
Mas mesmo esse engenhoso sistema de defesa mnemônica não foi capaz de apagar da minha mente o que narro a seguir.
Numa certa noite de domingo fui com meus pais à casa de meus avós, um velho hábito nosso (só atravessávamos a rua, mas quando se tem 4 anos de idade equivale a um passeio incrível!). Os televisores coloridos estavam se popularizando e o deles era maior e melhor que o nosso.
No Fantástico da noite em questão, assistia-se a notícias e tópicos que pouco me interessariam agora, que dirá na época! Mas quando anunciaram a próxima atração, todos ficaram agitados: THRILLER, o novo clipe de Michael Jackson estrearia no Brasil!

Não tinha a menor noção de quem ele era, mas onde estava (esperando a adorável Zebrinha), fiquei. Foi quando meu tio teve a brilhante idéia de apagar as luzes. Pra quê?! Já na primeira transformação, corri pro colo da minha mãe e não me movi por todos os 12 minutos restantes, que me pareceram uma eternidade!
Pra resumir a história (até porque, devido à questão clínica citada acima, não reti todos os detalhes dessa noite fatídica), posso dizer que acabou-se o clipe, acabou-se o programa e nada de eu querer voltar pra casa. Tinha certeza que o Michael viria por entre a escuridão do quintal de meus avós pra me pegar (agora fiquei curioso: terei sido o primeiro garotinho a sentir medo dele? Tenho a impressão que não...).
Desde então, não tive chance ou interesse (não pela qualidade e sim pelo trauma!) de rever esse clipe. Até que hoje, pesquisando um pouco do material disponível na Net sobre esse talentoso e atribulado artista, me deparei com essa enxurrada de lembranças - coisa rara, e resolvi compartilhá-la com você.
Abração!
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